Interessante este livro de Agatha Christie que estou lendo, O Misterioso Sr. Quin. São dois investigadores: o sr. Satterthwaite, um solteirão na casa dos 60 anos, e rico; e o sr. Harley Quin (percebam a sutileza da composição do seu nome, muito próximo a harlequin, ou arlequim, em português) , sujeito misterioso que aparece nos momentos em que mais se faz necessário.
Desde a primeira história do livro há uma comparação entre a vida humana e seus acontecimentos, banais ou não, e um palco, o palco da existência. Somos todos comparados a atores, e cada um de nós desempenha algum papel nessa história, importante ou não. No entanto, o sr. Satterthwaite é freqüentemente comparado a um simples expectador. Aquele que tem uma percepção melhor sobre os outros e as situações. Ele percebe rapidamente, através de sua intuição aguçada, quando os dramas estão para acontecer. E o sr. Quin sempre aparece para fazer um ou outro comentário que impulsione os acontecimentos.
Achei interessante porque venho ponderando muito o meu papel nessa história toda estar vivo. Sobre o que desempenho agora e o que posso vir a desempenhar no futuro. Será que a vida me reserva alguns papéis mais importantes no futuro? Ou serei um figurante, no máximo um codjuvante, para sempre?
É quando me lembro de uma passagem do ova de R.O.D (Read or Die), quando Nancy pergunta a Yomiko, a bibliófila, se ela preferia ler uma história de um romance perfeito, ou viver uma história de amor real, mas trágica; ao que Yomiko responde que é melhor a história real, pois nela seríamos sempre os protagonistas. É assim que procuro pensar: da história da minha vida, sou sempre o protagonista.
Desde a primeira história do livro há uma comparação entre a vida humana e seus acontecimentos, banais ou não, e um palco, o palco da existência. Somos todos comparados a atores, e cada um de nós desempenha algum papel nessa história, importante ou não. No entanto, o sr. Satterthwaite é freqüentemente comparado a um simples expectador. Aquele que tem uma percepção melhor sobre os outros e as situações. Ele percebe rapidamente, através de sua intuição aguçada, quando os dramas estão para acontecer. E o sr. Quin sempre aparece para fazer um ou outro comentário que impulsione os acontecimentos.
Achei interessante porque venho ponderando muito o meu papel nessa história toda estar vivo. Sobre o que desempenho agora e o que posso vir a desempenhar no futuro. Será que a vida me reserva alguns papéis mais importantes no futuro? Ou serei um figurante, no máximo um codjuvante, para sempre?
É quando me lembro de uma passagem do ova de R.O.D (Read or Die), quando Nancy pergunta a Yomiko, a bibliófila, se ela preferia ler uma história de um romance perfeito, ou viver uma história de amor real, mas trágica; ao que Yomiko responde que é melhor a história real, pois nela seríamos sempre os protagonistas. É assim que procuro pensar: da história da minha vida, sou sempre o protagonista.
5 comentários:
A propósito de Agatha Christie, convido você e a todos para conhecerem dois blogs recém-lançados...
A Casa Torta: O Mundo de Agatha Christie
http://acasatorta.wordpress.com
Cinema é Magia
http://cinemagia.wordpress.com
Um abraço.
Oiee
A-D-O-R-O Agatha Christie! Já li mais de 50 livros dela e acertei poucos assassinos hahaha...Eu gosto muito pelo modo como ela retrata a situação sob a ótica da natureza humana! Tipo, se você conseguir entender realmente os sentimentos de determinada pessoa, você consegue descobrir quem é o assassino...Christie lhe fornece todas as dicas, o que não acontece nos livros de Arthur Conan Doyle, por isso prefiro mais a dama do crime!
Por falar nisso, você sabia do animê que tem o Poirot e a Miss Marple? Faz tempo que eu tenho conhecimento, mas ainda não assisti =/!
Bom, sobre ser protagonista ou coadjuvante, eu acho que não importa no fim das constas...O principal é ter certeza de ter feito aquilo que vc quis, pq vc gosta e não pra receber Oscar dos outros! ^-~
Beijoss
Ahh, gostei da nova aparência do blog!
Beijoss
Imagina se você não fosse o protagonista. Iria ser muito triste.
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