As aulas nas duas universidades começaram, mas devido a algumas complicações e desentendimentos só estou pagando duas disciplinas em Ciência da Computação: Intr. ao Computador (isso mesmo, o nome é esse) e Intr. à Programação. O que foi até bom, pois sem as matemáticas a carga fica bem menor, e assim dá para focar mais nas disciplinas específicas e avaliá-las melhor. Apesar de ainda ser um pouco cedo, sinto que a tendência persiste: há pouco espaço para subjetividade e interpretação, ao menos em estágios iniciais.
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Quinta passada eu fui ao Departamento de Línguas Estrangeiras Modernas (a sala mais bem localizada e esteticamente agradável da universidade), e perguntei ao chefe do departamento se havia alguma previsão de vagas para bacharelado em Letras (Tradução e Interpretação) no vestibular que haverá agora no meio do ano.
Ele falou para eu ficar atento pois (conforme eu já havia previsto): lançaram um edital há cerca de um mês de um concurso para contratação de vários professores,
entre eles três de tradução e interpretação, e o resultado do concurso sai dia 22/07, ou seja, antes da prova do vestibular, ou seja, se os professores forem contratados, eles irão abrir vagas já para este ano, e em setembro eu serei aluno de bacharelado em Letras(!!!!). Estudarei literaturas inglesa e norte-americana, linguística, teoria e crítica literária, cultura de povos de língua inglesa, teorias e técnicas de tradução, e ainda terei tempo livre o suficiente para hobbies, filosofia, política, ciência, camping, fotografia, e o-que-mais-eu-quiser-fazer, porra!
Então, doutores em língua inglesa que têm experiência na área de tradução: façam o concurso para serem professores da UFPB!!!, a universidade paga relativamente bem, o lugar é agradável, a cidade tem praia e mulher bonita. As
inscrições vão até o dia 08/05!
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Se nada der certo agora, terá o vestibular ano que vem do mesmo jeito. Até lá, eu aprendo a programar direito em algumas linguagens, pego um estágio pela universidade e ganho um trocado. A computação pela ciência, não como objeto do Mercado, como o
Leo Boiko me falou, é interessante, e vale a pena conhecer, mesmo que não seja minha futura carreira. Em relações internacionais, eu direciono mais os estudos de política, que é realmente um assunto legal, além da filosofia também. O professor de português também me ajuda com indicações de leituras sobre linguística.
Além disso, se eu melhorar mais o inglês, posso participar do encontro nacional de cultura e tradução, o
Encult, aqui na UFPB, em setembro. Enfim, as possibilidades são muitas, é só eu ficar atento e me esforçar!
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Vou deixar de falar sobre meu futuro acadêmico. No próximo post eu vou falar sobre o Japão, pra mudar um pouco, e ao mesmo tempo voltar ao que era o objetivo inicial deste blog.